Por que vale a pena investir em vídeos nas mídias sociais?
Você está checando sua timeline no Facebook e de repente aparece um vídeo engraçado. Rola um pouco mais para baixo e aparece um vídeo do salão de beleza que frequenta, desce mais um porco e dá de cara com outro vídeo, dessa vez da escola do seu filho. Por que isso? Simples: o conteúdo em vídeo é a bola da vez nas redes sociais.
Não é segredo para ninguém como as mídias digitais têm crescido nos últimos anos. Segundo o último relatório da “We Are Social / Hootsuite” divulgado no começo deste ano, o brasileiro gasta em média diariamente 3h43m apenas em mídias sociais, enquanto apenas 2h37m na TV. A praticidade de se estar conectado em qualquer lugar é certamente a grande vantagem para essa vantagem de tempo.
Investir em vídeos para redes sociais é extremamente mais barato do que produzir um vídeo para TV. Claro que grandes marcas investem muito em produções diferenciadas, mas essa não é a realidade da maioria dos anunciantes. Por isso, várias marcas que não dispõem de verbas muito poderosas preferem investir em vídeos simples e eficientes nas redes sociais.
Outra vantagem é que enquanto o alcance orgânico no Facebook cai cada vez mais, no caso dos vídeos ele ainda é bem grande. Se você fizer um teste e publicar um vídeo e uma foto certamente constatará que o vídeo atingiu muito mais pessoas.
O Facebook possui um nível de segmentação extremamente avançado. Tudo que seus usuários escrevem na rede viram dados (não confundir com privacidade). Por exemplo, é possível divulgar um show de Heavy Metal para uma cidade do interior, impactando só moradores no local que gostem desse tipo de música. Isso é algo impossível de se fazer com as mídias tradicionais.
O custo de vinculação é bastante maleável. Você pode escolher quanto vai gastar e o período de vinculação. Se por exemplo, os ingressos do show se esgotarem é simples pausar a vinculação.
Aqui, na Parla, Donna temos verificado um aumento muito grande no número de pedidos dos clientes para esse tipo de vídeos. Nos últimos meses fizemos dezenas de vídeos para diversas áreas, como imobiliário, saúde, alimentação, beleza, etc. E percebemos que é um tipo de mídia que tem uma boa performance em qualquer tipo de negócio.
Quer ver sua empresa ser a queridinha da timeline de seus possíveis clientes? Fale conosco.
Vale a pena investir em Redes Sociais?
Vamos falar um pouco em números: o Brasil tem 210.4 milhões de habitantes e 139.1 milhões estão conectados na internet e 58% dessas pessoas usam ativamente alguma rede social. É um número bastante considerável, não é?
Em média os usuários gastam 3h43m diariamente em redes sociais. Sabe aquele momento que você está na fila do banco, no trânsito ou matando o tempo? Pois é… Enquanto isso o tempo que a mesma pessoa gasta vendo televisão é apenas 2h37m. Ou seja, uma marca tem mais possibilidade de ser vista no Facebook do que na TV.
E cada dia mais o comportamento dos jovens vai se modificando no quesito de consumo de mídia. Quem não conhece alguém que cancelou a TV a Cabo para assinar a Netflix? Ou parou de comprar jornal na banca para ler as notícias na internet?
A marca deve estar onde seu público está. Por isso mesmo deve-se avaliar se vale a pena estar em todas as redes sociais. Vale a pena criar um perfil no Instagram? Ou no Twitter? Talvez Pinterest? Não faz sentido a criação de um perfil só para alimentar o ego. É fundamental estudar o comportamento do seu público para que o trabalho faça jus as expectativas.
Hoje podemos fazer uma campanha completa usando diversos tipos de mídias como TV, rádios, jornais, Google, etc, mas sem a menor dúvida no meio deste combo é importante que no planejamento esteja incluído um investimento em redes sociais.
Dinâmica Energia Solar no 64° Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social
O cliente da Parla, Dinâmica Energia Solar, patrocinou o 64° Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social, que aconteceu entre os dias 22 e 24/08, no Novotel em São Paulo. A Parla, Donna deu todo o suporte para que o cliente tivesse tranquilidade e sucesso ema expor seus produtos e serviços.
Cuidamos da comunicação visual:
Material gráfico:
E fizemos todo o trabalho de assessoria:
O evento foi um sucesso.
Cliente satisfeito e Retorno de negócios!
Deixe a Parla falar bem de você também.
NOVOS CLIENTES!!! Temos mais dois bons motivos para comemorar
NOVOS CLIENTES!!! Temos mais dois bons motivos para comemorar!
Odontologia Positiva: uma das mais modernas e estruturadas clínicas odontológicas de São Carlos, bastante conhecida pela qualidade de seus serviços.
Instituto Dog Bakery de Saúde Animal: uma grande e importante Clínica veterinária de São Paulo. Localizada na região mais nobre da cidade, a Clínica tem uma estrutura e equipe extremamente qualificada, além de especializada em tratamentos clínicos complexos.
Estamos muito satisfeitos com essa responsabilidade de representar dois clientes tão especiais.
#GoParlaGo
Comunicação Integrada
Mais do que nunca, o trabalho da comunicação empresarial exige uma formação multidisciplinar, a qual, na maioria das vezes, não é oferecida nas faculdades de comunicação brasileiras. Contudo, o mercado exige, (e as empresas devem atender) canais de comunicação integrados para que a mensagem efetivamente chegue ao público-final e atinja seus objetivos.
Como integrar as áreas administrativas, de marketing e de jornalismo empresarial, fazendo com que todos olhem para o mesmo lado, é um grande desafio moderno!
A Comunicação Interna engloba todas as práticas e processos comunicativos de uma determinada organização com o seu público interno (funcionários, colaboradores, acionistas). Sendo estabelecida de forma correta, além de resultados positivos nas áreas administrativas, mercadológica e econômica, consegue tornar o ambiente de trabalho mais harmonioso e agradável para todos que constituem a empresa. Criar um planejamento estratégico, padronizando seus veículos de Comunicação, a organização consegue passar informações importantes, de forma organizada, clara e objetiva para seu público interno, evitando o surgimento de suposições e comentários errôneos, deixando os funcionários seguros e motivados, estabelecendo uma imagem harmônica e clara que transmite confiabilidade e credibilidade.
Vamos fazer sua empresa falar a mesma língua? Caminhar em uma mesma direção? Ou seja, atender seu cliente de forma eficiente, assertiva e com o menor custo possível. Quer saber como? Deixe a Parla, Donna! falar por você.
O Barato Sai Caro!
Essa semana conversando com uma colega ela me disse que recebeu um cupom de desconto do Google para anunciar o hostel dela. Ela ficou empolgada, o pessoal do Google se ofereceu para montar a campanha gratuitamente pra ela, com a competência de sempre, e a campanha começou a rolar.
Ela estava feliz, o hostel recebeu algumas ligações e estava achando um bom negócio….até que recebeu a fatura do cartão de crédito. Havia gastado bem mais do que gostaria. Como ela não configurou a campanha, os anúncios continuaram performando (e gastando), e no final das contas, ela, que pretendia gastar R$ 500,00, viu sua conta chegar ao triplo disso.
Onde foi o erro? Foi querer fazer a campanha sozinha em vez de consultar um profissional certificado.
Hoje é fácil cair na conversa do Cupom Grátis. Só que Google AdWords é uma plataforma poderosíssima e também bastante complexa. Para ser um profissional certificado é necessário que se faça 5 provas, com nota de corte de 80%. E o certificado vale apenas por um ano. Com isso o profissional sabe que o sistema de publicidade do Google avisa que em caso de boa performance eles podem aumentar o orçamento em até 20%. Outra coisa que um profissional sabe fazer é tomar cuidado com datas de encerramento de campanhas.
Hoje a ferramenta é o que tem de melhor para publicidade. Oferece muitas possibilidades para que você possa atingir o maior número de pessoas com uma segmentação invejável, mas é algo tão cheio de variáveis que torna uma campanha simples em algo no mínimo trabalhoso.
Se você é iniciante e pedir para o consultor do Google configurar a campanha ele vai fazer isso de uma forma bastante competente, mas é só isso. Não espere que ele vá ficar diariamente vendo como vai sua campanha. E a manutenção dos anúncios tem que ser constante. Você vai “aprendendo” como trabalhar na conta com o tempo. O comportamento de cada segmento tem muitas variáveis, por isso é necessário sempre aumentar ou diminuir algum lance, mudar algum anúncio, etc. Isso o Google não fará por você.
Por isso não vale a pena “economizar” não contratando um profissional para fazer sua campanha e também não existe “milagre”. Não acredite em promessas de “ficar o dia todo na primeira página do Google” por um orçamento muito baixo. Cada cliente tem um custo e quanto mais concorrência maior o preço. Se o Custo Por Click de uma palavra-chave é de R$ 2,00 e seu orçamento é de R$ 20,00 por dia, sua campanha será interrompida rapidamente. Se você teve esses 10 clicks em 20 minutos, o resto do dia ficará descoberto. Então, peça sempre um parecer sobre qual é a estimativa de clicks pelo seu orçamento.
Caso tenha alguma dúvida sobre como funciona a publicidade no Google ou precise de uma proposta, fale conosco (contato@parladonna.com.br). Temos profissionais certificados Google Partners e teremos muito prazer em prestar uma consultoria.
Sua empresa na capa da Revista
Quantas vezes você estava no consultório do dentista, no cabeleireiro, esperando seu filho terminar a aula de futebol e para matar o tempo pegou a primeira revista que viu pela frente? Isso é algo que o mundo digital não matou. E nem vai.
Marcas com visão estratégica já estão apostando nesse nicho, produzindo suas próprias revistas. E isso comprovadamente tem dado resultados.
Enquanto ao comprar espaço em uma revista de grande circulação se corre o risco de ter seu anúncio ao lado de um concorrente ou próximo à uma matéria que não é nada interessante, quando uma marca produz uma revista ela tem 100% do controle sobre o conteúdo. Pode-se com isso mostrar vários aspectos do negócio e expor seus produtos de uma forma mais simpática e sem o “perigo” de ter seu concorrente na página ao lado.
Uma revista institucional tem que ter um conteúdo agradável, pois ninguém se interessa em ler um catálogo de produtos. O fato da Marca conhecer seus clientes favorece bastante para que o conteúdo editorial seja direcionado a este público.
A aceitação do leitor também é muito positiva. É normal ver clientes colecionando com suas edições, ou indo nos pontos de distribuição retirar o novo exemplar.
A elaboração de uma revista não é algo rápido, envolve muito planejamento, experiência, estudo e, principalmente, entender a marca e para demonstrar o ponto de vista desta para seus clientes. Os assuntos das matérias têm que ser acima de tudo interessantes e de qualidade, pois concorre com as informações rápidas da internet. Aqui, a forma de contar a história é mais importante do que o furo jornalístico.
Recentemente, a Parla, Donna!, produziu três revistas: a 11ª edição de Maria Aires em Revista (cliente Maria Aires Imóveis), + Sorrisos Dental Gutierre (cliente Dental Gutierre) e a Momento UP (cliente UpHair & Make UP), no qual tivemos um retorno extraordinário para nossos clientes. Comprovando que está é uma jogada de mestre.
Já pensou em fazer uma revista para seu negócio? Se estiver pensando fale conosco.
Seis dicas do que se deve evitar em redes sociais de sua marca
Rotineiramente é solicitado para que eu faça uma avaliação das redes sociais para alguma marca, e mais frequentemente ainda me surpreende como algumas pessoas não entenderam ou não tem a menor ideia como usar essa ferramenta. Então resolvi dar uns exemplos dos erros mais comuns que encontrei.
- Infantilização da comunicação – Se seu target não são crianças com menos de 12 anos, não trate seu cliente como se ele tivesse essa idade. Pare de desejar “bom dia” ou “bom final de semana”. Você é uma marca, não uma pessoa. Quando você faz isso na verdade não agrega absolutamente nada. Algumas pessoas têm essa atitude e em um perfil pode até ser entendido, mas eu prefiro receber isso de uma pessoa do que de alguma marca de pasta de dente.
Parem de mendigar likes com posts “curta e compartilhe”. Isso parece aqueles caras que pedem doações nos ônibus e metrôs Brasil afora. - Pense Mobile – A grande maioria das pessoas se conectam no Facebook pelo celular. As telas de celulares são pequenas e se você colocar muito texto nas imagens as pessoas não conseguirão ler. Ao invés de você passar uma mensagem vai conseguir irritar seu cliente. Além disso o Facebook prioriza a distribuição de posts com pouco texto nas imagens. Use a imagem para falar por si e coloque o texto fora da imagem.
- O Facebook não é gratuito – O Facebook é uma ferramenta gratuita para as pessoas. Foi feita para conectar pessoas e não marcas. Se você não quer investir nada tudo bem, mas seus posts não serão vistos por ninguém. A distribuição orgânica de um post de uma página é normalmente de cerca de 1%. Excepcionalmente pode até que um post ou outro alcance uma distribuição maior, mas é uma exceção. Então encare o Facebook como uma ferramenta de mídia. Você não anuncia de graça na TV ou jornal, correto? Então porque acha que não teria que gastar nada? Invista em Facebook ADS.
- Entenda quem é seu público – Pense o que levaria seu público a se conectar com sua marca nas redes sociais. Se coloque no lugar dele. Por exemplo, se você está no mercado imobiliário as pessoas se conectariam na hora de procurar negociar algum imóvel. Dê isso a elas. Foto do sofá da recepção não trará mais negócios. Muitas vezes vejo uma página refletir os gostos do dono da página e não dos clientes. Então os posts têm um engajamento baixo.
- Responda aos comentários e mensagens – Hoje as pessoas acham mais fácil mandar uma mensagem no Facebook do que mandar um e-mail. Então responda as mensagens com a maior rapidez possível. E principalmente não seja passional ao responder críticas. Pense muito bem no que vai falar. Sempre falo que nunca fale em redes sociais o que você não falaria no alto falante de um estádio lotado. Uma resposta maldada pode acarretar grande dano à marca. Aceite críticas e seja sempre educado, independente se a pessoa que está criticando não o seja.
- Capriche no Visual – O Facebook tem recursos muito legais para fazer um post. Grande maioria das pessoas não usa esses recursos por desconhecimento, mas fazer posts de tamanho errado, ficando aqueles “espaços brancos” ao lado do post me passa a impressão de desleixo. Escolha boas fotos, mas não vão pegando qualquer coisa que achar no Google. Fotos tem direitos autorais e podem acarretar em processos legais se usadas sem autorização.
Esses erros são apenas alguns das dezenas de falhas que vejo todos os dias. Gerir uma rede social de uma marca não é algo para amadores. Não é porque seu filho de 13 anos tem 10.000 seguidores no Instagram ele saberia fazer uma estratégia adequada de marketing. E todos os dias (literalmente) aparecem novidades nas redes sociais e um profissional tem que se atualizar diariamente. O que é regra hoje pode se tornar inútil na semana que vem. Se precisar de uma consultoria, conte conosco.
O fim dos temidos 20% nas imagens patrocinadas do Facebook
Nos últimos dias o mercado digital recebeu uma notícia muito aguardada: os anúncios feitos para o Facebook não seriam mais rejeitados por terem mais do que 20% de texto. Para quem não sabe o Facebook até dias atrás rejeitava qualquer imagem que fosse patrocinada se ultrapassasse este limite. Se você insistisse e tivesse muitos anúncios reprovados sua conta inclusive poderia sofrer punições.
Isso sempre gerou uma tremenda dor de cabeça com clientes, designers e Social Medias. O Facebook sempre julgou que muito texto polui demais a timeline, e que o ideal é que não tenha nada escrito e a imagem fale por si. Se eles estão certos ou não vale a discussão, mas uma empresa que chegou onde chegou deve conhecer bem seu mercado, correto?
Como muita gente reclamava sobre o assunto o Facebook resolveu acabar com essa limitação…Só Que Não… Eles não reprovam mais o anúncio, mas quanto mais texto, mais você vai ter que pagar para que ele chegue ao seu público. Foi algo como: “Quer textão? OK, mas vai pagar caro por isso.”
Agora temos 4 categorias de anúncios com texto:
1) OK
No exemplo acima é como o Facebook recomenda que os anúncios sejam feitos. Vão ter uma boa distribuição. Como podem ver o logo aparece no canto direito e nada de texto.
2) Low
A entrega do anúncio não será grande. Tem texto e logo, e o Facebook recomenda que seja feita alterações.
3) Medium
O Facebook considera que a imagem tem texto demais, e a distribuição será muito baixa.
4) High
O excesso de texto vai reduzir a praticamente zero a distribuição.
Como os anúncios do Facebook são disputados como leilão, se você tiver uma qualificação baixa do anúncio, e seu concorrente uma classificação melhor, este último terá preferência na exposição e o anunciante terá que pagar muito mais que o concorrente para conseguir fazer com que seu anúncio apareça o mesmo tanto.
Um ponto importante é que essa liberação da trava dos 20% irá permitir mais liberdade para os criativos, mas isso terá um custo e deve-se pensar quanto isso valerá a pena ser usado.
Isso tudo que explicamos aqui é apenas um aspecto da complexidade de fazer anúncios relevantes para o Facebook. Cada vez mais é necessário que um profissional qualificado e atualizado fique por trás das campanhas de uma marca.
Caso precise de uma consultoria, fale conosco.
Os Micro-Momentos que alteram a jornada do consumidor
O Google divulga anualmente como está a situação do uso mobile em suas pesquisas. Antigamente, costumávamos chamar os celulares de “segunda tela”, quando a primeira poderia ser a tela do desktop, laptop ou até a TV. Hoje, sem a menor dúvida, o smartphone é a principal porta de entrada para a internet e com tendência de aumento. A queda na venda de desktops e o aumento de dispositivos móveis é algo que chama a atenção.
O Brasil tem uma população de 204 milhões de pessoas e um total de 276 milhões de linhas de aparelhos celulares!
110 milhões de pessoas estão conectadas na internet (54% da população) e 79 milhões usam celulares para acessar a internet.
Segundo recentes pesquisas do Google, 94% dos usuários de smartphones procuram por informações em seus aparelhos enquanto estão em meio a tarefas e 80% dos brasileiros que possuem esses aparelhos usam seus dispositivos para saber mais sobre algum produto ou serviço que querem comprar.
Para simplificar como o consumidor interage com o smartphone à procura de seus interesses eles chamaram esses acontecimentos como “micro-momentos”. As decisões são tomadas em qualquer hora e local. Você pode estar em uma cidade estranha e quer pesquisar onde é o restaurante vegetariano mais próximo. Ou a gasolina do seu carro está acabando e você pesquisa onde fica o posto mais viável. Hoje a informação está na ponta do dedo.
Os principais micro-momentos identificados são:
• MOMENTO EU QUERO SABER
Você está assistindo um filme e quer saber o nome do diretor ou onde foi filmado. Ou quem foi que fez os gols do Mundial de Clubes de 93. Esse tipo momento é impulsionado pela curiosidade do minuto.
• MOMENTO EU QUERO IR
Uma pessoa quer saber onde fica o shopping mais próximo e faz a pesquisa no celular. Esse tipo de pesquisa “próximo a mim” cresceu 55% no último ano. Indicando que cada vez mais o consumidor está confiando nos sistemas de geolocalização dos celulares. Segundo o Google, o varejo é um bom exemplo de setor que tem passado por uma grande mudança por causa dos dispositivos móveis. Um em cada três consumidores prefere consultar seu celular dentro da loja a pedir informações a um atendente. Dos usuários de smartphones, 74% consultam seus telefones enquanto estão em pé numa loja decidindo qual produto comprar. Hoje é um hábito pesquisar para ver se o preço da loja física é competitivo.
• MOMENTO EU QUERO FAZER
É aquela pesquisa que a pessoa faz procurando aprender algo para fazer. Por exemplo, minha cadeira quebrou, mas eu não queria trocá-la, pois somente o pistão havia perdido o gás. Então procurei na internet como trocar a peça, segui as instruções e aprendi como fazer o conserto. Esse tipo de pesquisa “Como fazer…” cresceu 72% em seis meses nos EUA. Significa que as pessoas estão procurando cada vez mais esse tipo de assunto.
• MOMENTO EU QUERO COMPRAR
Se sua TV pifou e você precisa comprar uma nova, a internet é um grande influenciador na hora de comprar uma nova. Você pesquisa quais os modelos disponíveis, faz as comparações, procura os preços das lojas virtuais e físicas. São várias opções. Antes de finalizar uma compra em uma loja física consulta a net para ver se encontra alguma oferta. 33% dos consumidores já falaram que fizeram compras pelo smartphone enquanto estavam no carro ou na cozinha. Ou seja, a sua loja pode estar em qualquer lugar.
A jornada do consumidor varia muito. Ele pode começar a pesquisar pelo celular, tirar dúvidas mais tarde pelo desktop e ir à loja física e comprar pessoalmente. Mas é necessário saber que cada dia mais o mobile passa pela decisão de compra e é responsabilidade de quem trabalha com marketing manter seus clientes sempre bem informados sobre todas essas mudanças.
Fontes:
Google
We Are Social