Bikes & Marketing – Pedalando Juntos
Os problemas de mobilidade urbana nos grandes centros se agravaram muito na última década. O fato das avenidas estarem cada dia mais congestionadas, obras intermináveis, pouco investimento em transportes coletivos e a procura por alternativas menos estressantes e saudáveis fizeram muita gente tirar o pó daquela magrela, encostada no fundo da garagem e começar a usá-la para locomoção.
Hoje é muito mais normal encontrar pessoas que devido ao aumento de ciclovias e ciclofaixas vão trabalhar, estudar ou até usam a bike como seu principal veículo de transporte. Hoje grandes marcas como o Bradesco e principalmente o Itaú investem pesadamente para associar seus nomes com esse modelo de transporte.
Houve o aparecimento de novas empresas, onde empreendedores apostam nas bikes como uma forma de negócio, como a SemCO2, que fazem entregas de bicicletas. Os Food Bikes, que adaptaram o sucesso dos Food Trucks para as magrelas e a Beauty Bike que faz um trabalho interessantíssimo com o mercado de beleza. Eles marcam presença em lojas e eventos e ajudam as clientes a se maquiar, dão dicas de beleza de uma forma muito profissional, mas descontraída. Ajudam a divulgar marcas e dão um toque “descolado”, fugindo da mesmice.
Quando uma marca gigante como o Itaú, ou uma pequena como a Beaty Bike apontam na mesma direção, apostar em soluções de marketing em duas rodas é mais do que uma promessa. É uma realidade.
O que é Clipping ou Clipagem?
O clipping é um serviço importante quando se fala em avaliação de resultados de uma assessoria de imprensa. Ele é o principal indicativo a ser avaliado em um relatório com as ações realizadas por sua assessoria.
É através da clipagem que nossa assessoria de imprensa dá um retorno ao cliente, mostrando onde o seu nome, produto ou marca, foi veiculado a partir de seu trabalho. Esse método de mensuração pode ser feito em jornais e revistas, portais e canais online e, também, em rádio e TV. A única coisa que os diferencia é a maneira em que o conteúdo será captado.
Além disso, o clipping se relaciona, comumente, com a ‘centimetragem’ (impressos e digitais) e ‘minutagem’ (rádio e televisão) que também são métodos de mensuração, porém conseguem demonstrar com valores o espaço que foi utilizado em determinado veículo para sua divulgação. É, basicamente, o valor por centímetro e por minuto.
A IMPORTÂNCIA
Se você é um cliente Parla, ou quer vir a ser, saiba que com nosso clipping temos como mensurar o quanto e como sua marca apareceu na imprensa, comprovando que o investimento está sendo válido e que estamos gerando visibilidade para você e sua empresa.
Foto Folia
O Facebook acabou de publicar um levantamento sobre como é o comportamento das pessoas no Facebook e Instagram durante o Carnaval.
No Facebook, durante o período, as imagens e vídeos ganham destaque. A publicação de fotos tem um aumento de 27% comparado a semanas anteriores e vídeos aumentam em 130%. Para Pérola Cussiano Brand Development Lead do Instagram, a data é sinônimo de imagem. “O Carnaval, assim como o Instagram, consegue trazer o visual como ponto principal de impacto das pessoas”, diz. Além disso, cresce em 26% postagens que relacionam o tema celebração, de acordo com dados internos do Facebook do segundo trimestre 2014/trimestre 2015.
Confira o infográfico e a matéria completa AQUI.
Conheça seu público, antes que ele conheça outra marca
Você sabe o que é Social Listening? Basicamente, é monitorar e analisar o que se diz sobre uma marca ou pessoa nas redes sociais. Isso permite que uma marca não só possa agir mais rapidamente em caso de crises, mas também para planejar ações de marketing e lançamento de produtos.
Recentemente, a agência gaúcha W3Haus apresentou na Social Analytics Summit o case da Boticário. Eles desenvolveram uma ferramenta monitorando o que se dizia sobre beleza em redes sociais. Isso era transformado em material para a marca, em tempo real.
O Boticário ouve o que as pessoas anseiam para postar em suas redes sociais, para nortear a comunicação, campanhas comerciais e finalmente para desenvolvimento de novos produtos.
Claro que um produto desse porte é algo muito caro, que depende de uma equipe enorme e profissionais altamente qualificados. Mas dá para fazer algo em menor proporção para qualquer página.
Existem ferramentas de monitoramento como a ótima Seekr, que tem versões gratuitas e você pode monitorar sua página e com o uso de tags ter a perfeita noção do que é falado na sua rede. (Devido ao Facebook ter alterado algumas configurações internas NÃO É POSSÍVEL monitorar perfis pessoais).
O principal é ter os ouvidos abertos sobre o que é falado em sua página. Se alguém reclama de algum produto, antes de querer brigar, pense se por acaso o cliente não está com a razão. Se muita gente elogia outro produto, não seria uma oportunidade para uma promoção?
Antigamente as marcas falavam na TV ou jornais e passavam sua mensagem para o público, que era totalmente passivo. Hoje a marca fala e o consumidor pode responder, e isso deve sempre ser levado em consideração. Ouça, antes que o seu concorrente faça o mesmo, e se quiser mais informações fale conosco.
O que é INBOUND MARKETING?
Você sabia que o Inbound Marketing é responsável por 90% dos cliques na web? Aliás, você sabe o que é Inbound Marketing?
Confira as dicas deste texto de César Raduan, que achei muito pertinente.
O novo marketing, como é conhecido, é qualquer tática que tem como objetivo ganhar o interesse dos clientes e não comprá-los, como fazia o velho marketing, o Outbound.
Não é preciso comprar o cliente, pois ele vai até você. Podemos afirmar isso porque Inbound Marketing é uma forma de “publicidade online” que produz conteúdo relevante, se promovendo por meio de podcasts, e-books, blogs etc.
É importante ressaltar, também, que as empresas inovadoras não vendem apenas produtos ou serviços. Vendem sentimentos, histórias, experiências e, nesse sentido, o Inbound Marketing consegue trazer este valor para mais próximo do cliente.
O melhor caminho para chegar até o consumidor é a informação relevante.
O marketing de conteúdo realiza estratégias para transformar a informação em uma poderosa ferramenta de marketing e compartilhamento da marca nas mídias sociais.
O Inbound Marketing usa de uma estratégia com as seguintes fases:
- Atrair tráfego
- Converter visitantes em leads
- Converter leads em vendas
- Fidelizar clientes e aumentar suas margens
- Análise para melhoria contínua
Veja as estatísticas
- O Inbound Marketing custa 62% menos do que o Outbound Marketing;
- Empresas que utilizam blogs conseguem 97% mais links apontando para o seu site;
- O ROI (retorno sobre investimento) médio produzido através de estratégias de Inbound Marketing é de 275%
O novo marketing é muito mais do que isso. Não dá para resumi-lo em alguns tópicos, pois é um conceito bem característico e amplo.
E, aí? Qual marketing sua empresa faz?
Este conteúdo foi extraído do curso Inbound Marketing: Estratégias Em Marketing De Conteúdo e publicado no Blog do Dino.
Para saber mais como o inbound pode aumentar suas vendas, fale conosco e agenda um café. Teremos prazer em fazer um planejamento de marketing para sua empresa.
Porque o alcance orgânico no Facebook é tão ruim?
Quem trabalha com o Facebook tem feito essa pergunta desde o tempo em que o Facebook começou a descobrir como ganhar dinheiro na rede social. Às vezes você faz um post com uma arte bacana, de um tema bem cool e quando vai para o ar apenas 5 pessoas do seus 10.000 fãs curtem. Aí vem aquele mantra de se fazer singelas homenagens à mãe do Mark Zuckenberg.
No Reddit o Brian Cristiano dá uma explicação bem plausível sobre o assunto, então, complementei com minhas próprias observações.
O Facebook só quer ganhar dinheiro com mídia – Essa é a explicação que 99% das pessoas pensam logo de cara. Só que não é só isso. O Facebook é uma empresa de mídia e qualquer empresa do segmento quer ganhar dinheiro, da emissora líder da TV até o camarada que anuncia pamonha no alto falante de uma Brasília velha. Todo mundo gosta de faturar, então, por que o Facebook seria diferente? Mas essa é uma visão errônea das coisas.
O que o Mr. Zuck sempre usou como pilar do Facebook é o engajamento, para levar o melhor conteúdo para as pessoas certas existe um algoritmo (antigamente chamado de Edge Rank, mas hoje é apenas algoritmo do newsfeed). Seria impossível você receber diariamente todo o conteúdo que publicam seus 350 amigos e 400 páginas que você segue. Então, esse algoritmo faz um filtro para entregar o melhor conteúdo para a pessoa certa.
Como funciona quando eu posto? Você posta aquele post bacana na sua página, aí o Facebook entrega esse conteúdo para uma pequena parcela dos seus fãs, que tenham mais a ver com seu post (cerca de 1% da base de fãs). Um teste para ver a aceitação do material.
Se o teste vai bem, tudo bem, o Facebook entende que mais pessoas querem ver aquele post, então abre para mais 2% ou 4%. Se continua performando bem ele vai ampliando cada vez mais. Mas se no primeiro teste (com aquele 1% da base) não foi bem, aí ele para de mostrar seu post para as pessoas.
Uma das coisas que se deve ter muita atenção é que o algoritmo continua rolando sempre e se você faz um conteúdo que não agrada as pessoas seguidamente, cada vez menos pessoas irão ver seus posts. O Facebook entende que a página só posta conteúdos de baixa qualidade e para de entregar. Por isso deve-se sempre pensar em postar bom conteúdo.
O conteúdo patrocinado é a solução? Sim e não; pois com o patrocínio você garante que mais pessoas vejam sua publicação, mas mesmo assim deve-se prestar atenção não só no conteúdo, como também na segmentação. Aqueles botões de impulsionamento de posts e páginas nas timelines são péssimos, com recursos muito básicos para que compense o investimento (um colega diz que cada vez que alguém impulsiona o post pela timeline um panda morre). Qualquer profissional da área conhece o Power Editor que é uma ferramenta avançada para anunciantes e é com ela que o pessoal sério de marketing trabalha.
Então, sempre que for postar algo na timeline de sua página pense bem no conteúdo e caso resolva patrocinar, por favor….não mate nenhum panda.
Educação & Clicks
Segundo o filósofo e educador Mário Sérgio Cortella, em termos de educação “temos uma metodologia do século 19, professores do século 20 e alunos do século 21”. Devido a isso, os desafios para escolas e professores são cada vez maiores.
O Google realizou o evento, Think Education with Google, em que gestores e empresários do setor educacional se uniram para debater os impactos da expansão da internet, do perfil dos alunos e do futuro da educação do país. ()
Algumas escolas já estão bastante antenadas com essas mudanças, e com criatividade e planejamento, conseguiram otimizar suas verbas e conseguir novos alunos.
Muito foi discutido, mas o principal é que qualquer campanha que se faça na internet, a mensuração é essencial. Denise Danon, Gerente de Comunicação na Estácio, apontou que fazendo uma alteração simples nos horários nos anúncios conseguiu mais me 30% de aumento de conversões. Isso só foi possível devido a um acompanhamento constante das métricas.
Assistam a vídeo de uma parte deste debate:
Maria Aires em Revista
Já saiu a nova edição da Maria Aires em Revista, produzida pela Parla Donna, Comunicação & Conteúdo.
Confira:
Vídeo no Smartphone? Pode apostar que dá certo.
Até um tempo atrás nossas dúvidas e questionamentos sobre qualquer assunto estavam completamente fora do nosso alcance imediato. Quantas vezes você estava em uma discussão com os amigos sobre quem ganhou o campeonato paulista de 1975 e ficava aquela discussão interminável até que alguém fosse em casa e achasse uma revista Placar mofada para mostrar que quem ganhou foi o São Paulo em cima da Portuguesa? Hoje em dia, em qualquer discussão alguém saca seu smartphone e descobre um vídeo no Youtube de quem ganhou na hora.
Uma recente pesquisa do Google /Ipsus MediaCT foi feita para medir como o entusiasmo por vídeos mobile se traduzem para as marcas e como é o relacionamento das pessoas em comparação com outras mídias, como TV. E o resultado é impressionante, pois mostra que uma pessoa que assiste vídeos no smartphone está muito mais inclinado a assistir conteúdo de marcas do que as pessoas que assistem no desktop e TV.
Além disso, a pesquisa constatou que, além da maior probabilidade de compartilhar e assistir anúncios e conteúdo de marcas, a audiência do smartphone tem duas vezes mais chances do que os telespectadores de TV de sentir uma conexão pessoal com as marcas e 1.3 mais chances de quem visualiza um anúncio de vídeo em desktop. O smartphone é um ambiente natural para as marcas para estabelecer relações mais próximas e pessoais com os clientes.
Outro ponto é que entre os entrevistados, mais de 50% das pessoas recorreram a vídeos (principalmente YouTube) para tirar dúvidas sobre algum produto. Um em cada três pessoas preferem fazer uma pesquisa online para tirar dúvida sobre algum produto em vez de perguntar a um funcionário do estabelecimento.
Em comparação com o comportamento das pessoas após visualização de conteúdo de marcas em comparação com TV é totalmente surpreendente:
Ou seja, é mais fácil uma conversão por smartphone do que por TV. Vamos lembrar também que os “millennials” (como são chamadas as pessoas nascidas neste século), são muito mais ligadas em internet do que TV. Por isso cada vez mais sua estratégia para falar com esse consumidor terá que ser voltada para o mobile.
Confira o relatório do Google sobre o assunto nesse link:
Fonte: Think With Google
Blogs: conteúdo que seu público quer ler
Em 2010, todo o tráfego aéreo da Europa foi afetado pelas cinzas do vulcão Eyjafjallajökull. E a forma mais eficaz encontrada para entrar em contato com seus clientes foi por meio de redes sociais.
Depois disso foi feito um levantamento, no qual constataram que, no nicho do mercado de viagens, 70% das pessoas procuram informações através de blogs. E por isso foi feito um investimento muito sério nesse tipo de plataforma, conseguindo excelentes resultados.
Não só nesse nicho os blogs são úteis. Um blog com bom conteúdo ajuda uma marca a se posicionar no mercado, se relacionar com cliente e fornecer material relevante para as redes sociais.
O ideal é ter sempre em mente que um blog deve ter algo que o público precisa, não se preocupe tanto em “fazer propaganda”, crie conteúdo com relevância e sua exposição já será evidenciada.
E é isso que a Parla, Donna! tem feito com sucesso nos diversos blogs que alimenta.
CONFIRA: