Facebook procura monetizar o WhatsApp
Desde que o Facebook comprou o WhatsApp, por cerca de 16 bilhões de dólares, os acionistas ficaram felizes e preocupados ao mesmo tempo, afinal, como recuperar esse dinheiro com uma plataforma gratuita. Antigamente ainda tinha uma “taxa anual” que o usuário pagaria após um ano de uso, mas até isso o Facebook tirou, então o problema ficou ainda maior.
O Facebook sabe que se cobrar o uso do aplicativo, muitos usuários acabarão migrando para outras soluções. Publicidade no meio das conversas poderiam irritar o usuário, então também é algo bastante complicado.
A virada de chave e solução do “problema” começou com o lançamento do WhatsApp Business, um aplicativo voltado exclusivamente para empresas. Ele permite mensagens automáticas, métricas, etiquetas para classificação de conversas e um perfil mais elaborado. Funcionalidades que ajudam bastante quem usa a ferramenta em pequenas e médias empresas.
Mas, recentemente, foram divulgadas 3 novidades para o WhatsApp Business:
1) Anúncios
O WhatsApp começará a trabalhar com o Gerenciador de Anúncios do Facebook, segundo o divulgado as propagandas não aparecerão nas mensagens, mas sim no STATUS, assim como acontece com as Stories do Instagram. As empresas poderão comprar anúncios direcionados para um chat do WhatsApp, assim como as Páginas muito provavelmente ganharão a funcionalidade de um botão que abrirá diretamente no WhatsApp da empresa.
2) Integração com CRM
Empresas que usam o WhatsApp integrado como SAC poderão responder gratuitamente as dúvidas dos consumidores, desde que até 24 horas. Depois de 24 horas do recebimento da última mensagem do usuário será cobrada uma taxa ainda a ser divulgada. É uma forma de forçar as empresas a atenderem melhor e mais rapidamente seus consumidores.
3) Cobrança de envio de mensagens
As mensagens serão cobradas a uma taxa fixa para entrega confirmada, variando de 0,5 centavo a 9 centavos de dólar por mensagem. Será um preço mais baixo do que SMS, mas mesmo assim, deixará de ser gratuita.
Tudo indica que para o usuário “normal” pouca coisa vai mudar, mas a forma com que as empresas se relacionam com a ferramenta começará a mudar. A tendência é que cada vez mais o Facebook implemente novas ferramentas, transformando o popular “zapzap” em uma verdadeira máquina de CRM, abrindo várias possibilidades de negócios.
As mudanças anunciadas estão previstas para ano de 2019.
Precisamos falar sobre Fake News!
“Fake News” é uma palavra gourmetizada da velha fofoca, boato, mentira, picuinha, ou seja, a velha e popular cascata. E quem é a velhinha Maricota que fica na janela “falando da vida dos outros sem saber”, provavelmente é uma pessoa bem perto de você.
Nos últimos dias fomos bombardeados com um post na timeline:
Quando me perguntaram da primeira vez se isso procedia eu dei risada, na sétima vez eu queria matar quem inventou essa idiotice.
Vamos lá:
• Limite de 7%
Isso não existe. O Instagram tem um algoritmo semelhante ao Facebook, ele pode entregar mais ou menos que 7%, depende muito da interação. Pode ter 50%, 2%, 7% ou 37%. Se um perfil tem muita interação, comentários, certamente o Instagram dará uma relevância maior se o perfil tiver mais comentários e isso realmente melhoraria o algoritmo. Só que tem um pequeno detalhe: não adianta nada comentar em um post isolado, o perfil tem que ter um envolvimento constante – não adianta inflar artificialmente o algoritmo de um único post se o seguinte só tem like e comentário de meia dúzia de gatos pingados. Além disso, tem mais um pequeno detalhe: recentemente o Instagram fechou o cerco com uma série de mudanças e tenho a impressão que um monte de gente publicando “sim” pode até ser interpretado como spam.
– Você também não precisa curtir um post para receber as publicações do perfil. Certamente se você interage mais com alguém o Instagram aumentará o número de posts desse perfil na sua timeline.
Se o perfil é tão importante para você, ative as notificações para sempre ser alertado quando este fizer uma publicação.
O Facebook tem travado uma guerra contra “mendigos de likes”, ao ficar tentando burlar o algoritmo pode ser um tremendo tiro no pé. Invista seu tempo produzindo conteúdo relevante para seu público.
Outra bobagem é que o Instagram não vai ter mais posts por ordem cronológica. O Instagram NÃO TEM ordem cronológica desde 2016 e pelas últimas notícias não tem a menor vontade de mudar isso.
Divulgaram também que se as pessoas comentarem e curtirem a conta é validada. Sem chance! Se o que eles estão se referindo é o “selo azul”, este só são fornecidos com critérios estabelecidos pelo Instagram, e apenas para celebridades, artistas e empresas com grande relevância. E eles escolhem para quem fornecer o selo.
Antes de espalhar notícias desse tipo dê um Google e pesquise, se não achar fale com algum amigo ou profissional da área. Não fique com receio de que alguém o ache bobo. O pior é você publicar algo furado desse tipo, e todos terem certeza.
Marketing na Copa: cuidado para não dar bola fora!
A Copa do Mundo está chegando e todo mundo vai querer “tirar uma casquinha” do campeonato, mas você precisa tomar cuidado para o seu negócio não levar um “7 x 1” neste mundial. Durante a última competição muitas empresas foram advertidas e multadas pelo uso de marcas registradas da FIFA e CBF. Um patrocinador oficial da Copa do Mundo paga uma fortuna para estampar sua marca e ganhar visibilidade, por isso, a FIFA usa e usará de todos os meios para evitar que alguém se “dê bem de graça.”
Confira alguns termos que você NÃO deve usar para promover sua marca na Copa do Mundo:
· 2018 FIFA World Cup Russia™
· FIFA World Cup™
· FIFA™
· World Cup™
· Чемпионата мира по футболу FIFA™
· Чм 2018 ™
· COPA 2018™
· COPA MUNDIAL 2018™
· COUPE DU MONDE 2018™
· MUNDIAL 2018™
· MONDIALI 2018™
· RUSIA 2018™
· RUSSIA 2018™
· Россия 2018™
· WK 2018™
· WM 2018™
· Zabivaka™
· ЗАБИВАКА™
· Host City + year™ (e.g. Moscow 2018™)
· КУБОК КОНФЕДЕРАЦИЙ ™
· FIFA Confederations Cup™
Não use as marcas abaixo se não for patrocinador oficial:
Você pode explorar o jogo, falar de futebol, competição, torcida, usar verde e amarelo, mas nunca use na comunicação da empresa algo que diretamente fale da Copa.
Com relação a Seleção Brasileira ocorre a mesma coisa: a camisa da CBF, seus símbolos e IMAGEM DE JOGADORES são vetadas também. Em alguns casos, nem a CBF possui direitos sobre a imagem do jogador, como é o caso do Neymar.
Lembre-se que os robôs que fazem monitoramento de redes sociais estão cada vez mais avançados e é muito fácil seu “marketing de emboscada” ser detectado. Pense bem se vale a pena a dor de cabeça que um post descuidado no Facebook pode causar.
Direitos Autorais e Redes Sociais
Atualmente, a internet é fundamental para a distribuição em larga escala de qualquer informação e facilitou muito a comunicação entre as pessoas, tornando-se uma ferramenta indispensável. Porém, muitas pessoas acreditam que o que está na internet não tem dono, mas a questão é bem diferente. Um caso que está repercutindo bastante é o do digital influencer, Hugo Gloss, que teve sua conta do Instagram bloqueada com a alegação de infringir direitos autorais. O blogueiro publicou um vídeo do BBB, onde aparecia uma participante do programa cantando no Karaokê e a TV Globo reivindicou os direitos autorais do vídeo. Hugo Gloss está recorrendo para reestabelecer seu perfil o quanto antes. Entenda melhor o caso: https://goo.gl/LRuJWa )
Um outro exemplo sobre o uso indevido de imagem que acabou trazendo sérios problemas foi o do cantor Chico Buarque. Um shopping em Piauí, usou um meme com a foto do primeiro disco de Chico (Chico triste / Chico Feliz) e o caso chegou na justiça. Uma hamburgueria também sofreu as consequências por usar a temática Star Wars. A Disney, que é detentora dos direitos, entrou com uma ação e a empresa deverá arcar com todos os prejuízos decorrentes do ato, sendo obrigada a deixar de usar a imagem, bem como remunerar pelo uso indevido.
Quando se trata de marketing, saber respeitar o conteúdo alheio é fundamental. Uma regra é nunca usar imagens do Google ou de locais onde você não tenha certeza que está liberado para uso comercial. Claro que você não achará nenhum artista famoso de graça, mas é a regra do jogo. O mesmo vale para músicas e vídeos.
Existe um vasto material gratuito à disposição no YouTube e Facebook, fornecendo vários sons para serem usados em vídeos, justamente para ninguém usar uma música que já pertença a outra pessoa. Além disso, existem também diversos bancos de imagem gratuitos, com ótimos conteúdos e que lhe ajudará a evitar a violação de direitos autorais de terceiros.
Não se esqueça que Facebook e Google têm algoritmos muito desenvolvidos e uso de imagens e som de outras pessoas são facilmente detectáveis. Por isso, pense muito bem antes de usar qualquer conteúdo, afinal, quem gostaria de “entrar em uma briga” com a Globo ou Disney por causa de um post no Facebook, não é mesmo?
Quanto vale a opinião pessoal do dono do negócio?
Quem gosta de futebol, vê constantemente um jogador que troca de time beijar o escudo da camisa e fazer provocações com o clube anterior. Algumas vezes o clube preterido é o clube de coração do atleta, mesmo assim ele desfila os chavões do vocabulário de torcedor para conquistar a torcida. Isso na verdade não passa de marketing pessoal, onde ele quer “ganhar a torcida” do novo time.
Uma das maiores dificuldades enfrentadas por quem trabalha com marketing é justamente o cliente não separar seu gosto pessoal do gosto de seus clientes. Restringir campanhas por suas percepções pessoais pode prejudicar muito os negócios.
Para entender melhor, imagine que você seja o proprietário de um restaurante vegano, mas adora fazer um “churrasquinho” com os amigos, é obvio que divulgar isso na página de seu restaurante não fará bem aos negócios. O segredo para o sucesso é se colocar no lugar do público alvo. Conheça alguns erros comuns que você pode estar cometendo ao fazer marketing nas redes sociais:
Não conhecer o público
Muitas pessoas se apegam aos chavões ultrapassados e “achismos”. Conhecer o público é algo que leva tempo e estudo. Se sua campanha é online você precisa fazer testes para saber quais os canais ele frequenta, que horas costuma estar conectado, se ele entra mais via celular, e se usa 4G ou Wi-Fi. É algo complexo e geralmente um acompanhamento minucioso dos relatórios.
Opinar em campanhas de AdWords
Quando se trabalha com o Google AdWords, o sistema de publicidade do Google, são levados em conta diversos parâmetros para pensar em um anúncio de sucesso. E isso tem a ver quais palavras-chave foram escolhidas, se o anúncio tem relação forte com elas, se a página de destino corresponde ao que está sendo anunciado e se a verba investida é suficiente para que fique no ar o maior tempo possível. Além das segmentações de locais, horários, remarketing, variações para mobile, display, entre outros.
Muitas vezes um anúncio de AdWords bem-sucedido não é o que tem palavras “mais bonitas”, mas o que escolhe as mais eficientes. Lembre-se que a finalidade é levar a pessoa ao site, confie no seu analista que ele sabe como fazer isso.
Impulsionar posts por conta própria
Alguma vez você já clicou no botão Impulsionar Publicação para promover suas publicações? Talvez você não saiba, mas o “Impulsionamento de publicação” é um desperdício de seu dinheiro. Se você estiver impulsionando muitas vezes, pode estar jogando muito dinheiro fora. O Facebook dispõe de milhares de combinações de anúncios com segmentações super avançadas. Só que o Gerenciador de Anúncio é uma ferramenta complexa, leva bastante tempo para dominá-la plenamente e mesmo assim toda hora é alterada alguma configuração em menor ou maior grau. É comum ter que esquecer aquela forma com que trabalhou por meses e ter que aprender tudo novamente por causa da mudança do algoritmo.
Por isso, o Facebook implantou o botão “for dummies” azul, onde qualquer pessoa seleciona a localização, interesses, idade e fim, o anúncio está pronto. É só inserir o número do cartão de crédito.
O que muitos não sabem é que como as segmentações são bem básicas, a performance é ruim, mas ainda é melhor do que uma postagem orgânica. Isso passa para o cliente que o investimento está funcionando, mas a verdade é que ele está pagando bem mais do que precisaria.
Por isso, se você não tem tempo para estudar diariamente a ferramenta de ADS e participar de fóruns, discussões, aulas sobre o assunto, deixe seus anúncios para quem já fez isso. Ter um bom desempenho do Facebook é importante para engajar mais usuários e criar uma imagem positiva de sua marca
Arte para postagens
Em algum momento, uma campanha de anúncio no seu Facebook mostrou que a imagem continha muito texto e que não era recomendável? Pois é, essa é a famosa regra dos 20% do Facebook e o impacto dela pode ser muito significativo para o resultado da sua campanha. Mais de 80% do tráfego do Facebook é mobile e a maior parte dos smartphones no país são de telas relativamente pequenas, o que dificultará muito a leitura. E mesmo que a publicação seja aprovada no Facebook dificilmente trará algum resultado.
Opiniões polêmicas
Gerar polêmicas na internet apenas para aparecer e ser visto por todos, pode custar caro. Durante a última crise política algumas empresas tomaram partido de um lado ou outro, e isso acabou gerando polêmica e consequentemente agredindo a imagem de suas marcas. Por isso, se você é dono de uma empresa evite discussões em assuntos relacionados a política, religião, sexualidade, entre outros. Lembre-se que seu negócio precisa estar em sintonia com o que o mercado quer, por que se não estiver ele pode sair prejudicado. Pense bem se sua “mãozinha” não vai atrapalhar mais do que ajudar!
Não seguir padrões da franquia
Alguns donos de unidades franqueadas muitas vezes discordam dos padrões da marca que representam e fazem diversas modificações que vão de encontro com a matriz. Uma franquia é feita de uma marca na qual os modelos foram testados por anos, equipes de marketing elaboram guidelines para que exista uma padronização da comunicação. Logicamente cada franquia pode adaptar suas necessidades e insights nesta comunicação, mas descartar tudo o que a matriz oferece é um problema grave. É como abrir uma franquia de escolinha de futebol do Corinthians e pintar as instalações de verde. O que acontece é que geralmente o franqueado não consegue atingir suas metas e a comunicação desenvolvida “em casa” ajuda muito a prejudicar os números.
Como a crise do Facebook afeta meu negócio?
Recentemente muito tem se falado sobre a crise do Facebook, o escândalo da Cambridge Analytica e de como uma companhia privada conseguiu os dados de milhões de pessoas em todo o mundo. Isso afetou profundamente como o Facebook se relacionará daqui para frente com seus dados e isso terá reflexos em vários tipos de negócios.
Tudo começou com uma empresa de análise de dados que criou um aplicativo no Facebook supostamente inofensivo (como aqueles em que a pessoa descobre qual cachorro combina melhor com sua personalidade), só que as pessoas ao autorizarem a conexão do APP, também davam acesso a vários dados pessoais delas e de seus amigos, usando esses dados em campanhas políticas.
Isso causou um enorme abalo na confiança de proteção de privacidade do Facebook, fazendo com que estes reagissem de forma rápida para impedir que o fato se repetisse. Neste momento, a política de uso para os profissionais de marketing começou a mudar.
Muitas pessoas não sabem, mas o Facebook possui uma das formas de segmentações mais avançadas do mundo, pois tudo que você publica na rede acaba virando dados e para “turbinar” mais ainda, o Facebook fez parcerias com empresas privadas do mundo todo, e no Brasil o parceiro era a Serasa.
Com esta parceria, a Serasa fornecia dados como rendas, investimentos, e até mesmo a categoria de produtos no qual a pessoa costumava comprar. Obviamente que não eram fornecidos o nome das pessoas, mas era possível fazer uma campanha só para quem tivesse uma renda acima de 20 mil, por exemplo. Essas informações não existiam nos bancos de dados do Facebook, (pois ninguém coloca quanto ganha abertamente na rede), mas a Serasa fornecia esses dados em troca de uma porcentagem do pagamento das campanhas que utilizavam as segmentações.
Hoje, dentro das novas regras do APP, esta parceria não existe mais. Por isso, quem trabalhava com este tipo de segmentação foi obrigado a se adaptar. Ainda é possível trabalhar segmentações bastante relevantes e precisas, mas é necessário um conhecimento bastante aprofundado das ferramentas para fazer testes e estar antenado mais do que nunca nas alterações quase diárias que o Facebook está fazendo.
Outra mudança que está sendo implantada é sobre o uso das API’s. Elas são responsáveis pela conexão de softwares externos com o banco de dados do Facebook. Vários aplicativos que usam dados do Facebook e Instagram têm passado por dificuldades. O Hootsuite que é uma das plataformas mais utilizadas para monitoramento, publicações e agendamentos de publicações teve várias funções afetadas. Dezenas de aplicativos, como o Tinder, que usa a rede para fazer o credenciamento também está com problemas, não permitindo o acesso às contas.
Visto que depois dessas mudanças muitos negócios foram afetados, resta uma dúvida: será que vale a pena continuar investindo no Facebook? Sim, pois o Facebook tem um alcance muito maior que qualquer rede de televisão. O brasileiro passa mais tempo no Facebook por dia do que vendo TV e mesmo assim enquanto está vendo a novela ou jogo de futebol recorre a rede para comentar e discutir o que está assistindo. E em matéria de marketing você deve estar onde seu público está. Mas e daqui a 10 anos, continuará valendo a pena? Ninguém sabe, mas o que importa é que hoje o Facebook e Instagram são essenciais para qualquer campanha de marketing digital.
Pode aparecer uma nova rede social que seja tão melhor que as pessoas abandonem o Facebook como fizeram com o “finado” Orkut? Não é impossível, mas a médio prazo isso é improvável. Segundo os últimos dados, a rede continua crescendo no mundo todo e será difícil fazer com que eles caiam.
Junto com as mudanças do Instagram que mataram as ferramentas de automação, certamente as redes sociais mais utilizadas por negócios no mundo todo passarão por um período bastante turbulento, mas bons profissionais estão capacitados para apontar os melhores caminhos. As mudanças são positivas pois as redes ficarão mais humanas e o conteúdo ficará mais importante do que nunca.
Por isso, continue investindo, deixe as campanhas com um profissional que saberá a melhor forma de atingir seu público e que indicará qual tipo de anúncio será o mais eficiente para seu negócio.
O Instagram mudou – Como adaptar a sua empresa às novas regras
Desde que o Instagram foi adquirido pelo Facebook por uma grana preta, a rede social se manteve por um bom tempo funcionando de uma forma meio que independente do grupo principal. A maioria das mudanças foram feitas internamente, como possibilidade de segmentações de anúncios, integrações de compartilhamentos direto entre as redes etc. Nada que fosse muito impactante.
Há cerca de um ano as coisas começaram a mudar. Primeiro foi em relação a distribuições de conteúdo: antigamente você recebia cronologicamente os posts de quem você seguia, depois foi mudando para receber dos perfis que você mais interagia. Isso já foi uma grande mudança.
Recentemente, foram anunciadas mudanças radicais na rede, que implicarão muito na distribuição de conteúdo. Há muito tempo que o Facebook/Instagram pegam no pé de ferramentas de automatização de publicação de conteúdo. Todo mundo deve ter visto aquelas propagandas de gente oferecendo curtidas, likes e seguidores (confira o vídeo https://goo.gl/S9wLRG). Visando combater essas picaretagens foram estabelecidas novas regras que você deve estar atento:
USO DE HASHTAGS
Quem nunca viu posts com duas linhas de texto e 50 hashtags logo abaixo? Quem faz isso dançou. Agora o Instagram vai privilegiar posts com até CINCO hashtags. E não é só isso, se você usar sempre AS MESMAS CINCO, o Instagram interpretará que você está usando ferramentas de automação, então a distribuição cairá abruptamente e seu perfil com o tempo correrá o risco de ficar na “geladeira”. Assim, a dica é: use somente cinco hashtags relevantes a foto e varie sempre.
ENGAJAMENTO
O Instagram vai restringir a exposição da sua conta baseado no envolvimento, ou seja, se seu perfil tem muita gente engajada terá exposição maior. Só que aí vem mais uma pegadinha contra os programas de automatização: NÃO SERÃO contabilizados como envolvimentos aqueles comentários como “linda”, “demais” “arrasou”, etc. Serão reconhecidos comentários autênticos com mais de quatro palavras e recomenda-se responder estes comentários em até 60 minutos para que a relevância seja confirmada.
10% DE EXPOSIÇÃO
Por que o engajamento vai ser tão importante? O Instagram vai mostrar sua publicação para apenas 10% da sua base de seguidores. Se tiver bom engajamento, eles começaram a liberar automaticamente para mais pessoas, mas se o engajamento for baixo…. já sabe o que acontecerá, não é?
Por isso não existe solução mágica: se você comprar 10.000 seguidores, vai aparecer um monte de gente da China, Arábia ou Ucrânia. O Facebook vai mostrar seu post para 1.000 pessoas que têm como idioma principal o mandarim. A não ser que você esteja disposto a interagir com esse público, certamente você estará jogando dinheiro fora e sua conta será prejudicada seriamente.
Somente recentemente o Instagram liberou acesso a API (que é a entrada oficial para que um software externo interaja com a ferramenta) para alguns parceiros confiáveis. Isso ainda é apenas para AGENDAMENTO DE POSTS ou interações. Automatização de curtidas, seguir perfis ou hashtags automaticamente não estão liberadas. Existem centenas de softwares oferecendo isso, mas deve-se levar em conta que com as novas mudanças sua conta poderá inclusive ser bloqueada definitivamente se abusar dessas ferramentas. Coloque isso na balança ao contratar o serviço, converse muito com quem oferece soluções milagrosas.
Dica: Conquiste seguidores REAIS. Vai demorar? SIM! Vai dar trabalho? SIM. Mas planeje suas ações com cuidado e não se preocupe em inflar seu perfil. Um perfil com mil seguidores reais, que se interessam realmente pelo seu produto vale mais do que um perfil de um milhão de seguidores falsos.
Alguma dúvida? Estamos prontos para atendê-lo.
Novidade para as Empresas: WhatsApp para Negócios
NOVIDADE PARA AS EMPRESAS: Por meio de um post em seu blog oficial, o WhatsApp anunciou a chegada do tão aguardado WhatsApp Business.
O WhatsApp Business já está disponível, é gratuito e pode ser baixado na Google Play na Indonésia, Itália, México, Reino Unido e EUA. No Brasil, o aplicativo deve chegar nas PRÓXIMAS semanas para Android e IOS.
Com este aplicativo, as empresas terão muito mais facilidade para se conectarem com seus clientes e para o usuário é uma ótima oportunidade para contatar diversos segmentos.
O WhatsApp for Business fornece algumas das funcionalidades básicas que você deseja de um aplicativo comercial. Você pode criar um perfil comercial com informações adicionais, usando uma descrição, endereço e informações de contato, e permitir respostas rápidas para perguntas comuns. Além disso, você também pode criar mensagens de saudação e em seguida visualizar algumas análises simples da mensagem e assim, verificar quais foram eficazes.
COMO FUNCIONA?
- Perfil Empresarial: Auxilia os clientes com informações úteis, como por exemplo, uma descrição comercial, e-mail, endereço físico e website.
- Ferramentas de Mensagens: Economiza tempo com ferramentas de mensagens inteligentes -respostas rápidas para as perguntas mais frequentes, mensagens de saudação para apresentar a empresa aos clientes e as mensagens de ausência para que seus clientes saibam quando você estiver ocupado.
- Estatísticas de Mensagens: Análise de métricas simples, como por exemplo o número de mensagens que foram lidas.
- WhatsApp Web: Enviar e receber mensagens com o WhatsApp Business usando o computador.
- Tipo de Conta: As pessoas saberão que estão se comunicando com uma empresa, pois você será listado como uma conta comercial. Depois de um tempo, algumas empresas terão Contas Confirmadas assim que tiver sido verificado que o número de telefone da conta corresponde ao número de telefone da empresa.
O usuário não precisa baixar nenhum conteúdo adicional, e também continuará a ter o controle sobre as mensagens que recebe, com a opção de bloquear qualquer número, incluindo os de empresas, bem como reportar spam.
CUIDADO!
Não confunda outros aplicativos com nomes parecidos! Aguarde o lançamento no BRASIL. Link da versão oficial do aplicativo produzido pela WhatsApp Inc.: https://goo.gl/VFbE1g (Play Store)
FONTE OFICIAL
Post no blog do WhatsApp (em português): https://goo.gl/qXCoHZ
WEBSITE DO WHATSAPP BUSINESS:
(em português)
Se você não paga por algo, o produto é você
O Facebook apresentou para todos os usuários o novo “Feed de Exploração”, que é na verdade uma versão alternativa do feed de notícias. Essa versão já estava sendo testada por alguns usuários beta, e mostra para o usuário postagens de páginas que ele não curte, mas que podem ser interessantes. Por exemplo, você curte a página de um canal de TV – é provável que apareça no “Feed de Exploração” alguma postagem de um programa que passe no canal em questão, mesmo que você não tenha curtido a página do programa.
Paralelamente o Facebook fez um teste em alguns países: um feed em que eram separadas as publicações de pessoas das publicações de páginas. Com esse tipo de distribuição surgiu o temor que páginas que não patrocinem suas publicações seriam grandemente afetadas, pois havia dúvida quanto ao interesse do Facebook divulgar publicações sem investimento. Ou seja: Só publicações pagas seriam exibidas.
Rapidamente o Facebook respondeu que esses testes estão sendo feitos em uma parcela mínima de usuários e que não há planos para adotar esse tipo de feed em um futuro próximo. Então, caiu mais uma teoria da conspiração.
Só que na verdade o alcance orgânico é algo que para 99.99% das páginas já está enterrado há muito tempo (a exceção são páginas com conteúdo MUITO forte, sites de notícias, etc.). Desde 2013, o Facebook vem derrubando o alcance orgânico: se antes chegava a cerca de 20% da base de usuários da página, hoje muito dificilmente atinge 3%.
O pessoal do Facebook deixou claro que nunca vai cobrar para que seus usuários vejam posts dos amigos, família, etc. Mas se esse mesmo usuário tem um negócio e pretende ganhar dinheiro usando as ferramentas do Facebook, terá que investir em ADS. Não tem almoço grátis. Se você não paga por algo, o produto é você – simples assim.
O Facebook é sem dúvida a melhor ferramenta de comunicação para pequenos negócios, que não tem verba para colocar um anúncio na TV, rádio ou jornal. É bem mais barato que que as outras mídias com uma segmentação bem mais assertiva. Então, por menor que seja a sua empresa é interessante que em vez de confiar no “seu sobrinho” para cuidar da página, que procure um profissional qualificado que saberá usar todas as ferramentas para que as publicações cheguem ao maior número de pessoas pelo menor custo. Desconfie sempre que alguém se apresentar como profissional de “social media” e não mostrar como será feito o investimento de ADS. Frequentemente vemos páginas com conteúdo muito bem feito, mas com duas curtidas no post (da pessoa que postou e do dono da página).
Então, na real: não, o Facebook não vai acabar com o alcance orgânico. Só que ele está tão reduzido que não faz diferença alguma para as páginas comerciais. Invista sua verba de marketing com pessoas que saibam como valorizar seu negócio, sem apresentar uma conta surreal no final do mês. Gostou? Fale conosco! A Parla, Donna administra hoje quase uma centena de páginas de clientes, com retorno consistente e condizente com a verba de ADS. Não acredita? Fale com nossos clientes.
Por que vale a pena investir em vídeos nas mídias sociais?
Você está checando sua timeline no Facebook e de repente aparece um vídeo engraçado. Rola um pouco mais para baixo e aparece um vídeo do salão de beleza que frequenta, desce mais um porco e dá de cara com outro vídeo, dessa vez da escola do seu filho. Por que isso? Simples: o conteúdo em vídeo é a bola da vez nas redes sociais.
Não é segredo para ninguém como as mídias digitais têm crescido nos últimos anos. Segundo o último relatório da “We Are Social / Hootsuite” divulgado no começo deste ano, o brasileiro gasta em média diariamente 3h43m apenas em mídias sociais, enquanto apenas 2h37m na TV. A praticidade de se estar conectado em qualquer lugar é certamente a grande vantagem para essa vantagem de tempo.
Investir em vídeos para redes sociais é extremamente mais barato do que produzir um vídeo para TV. Claro que grandes marcas investem muito em produções diferenciadas, mas essa não é a realidade da maioria dos anunciantes. Por isso, várias marcas que não dispõem de verbas muito poderosas preferem investir em vídeos simples e eficientes nas redes sociais.
Outra vantagem é que enquanto o alcance orgânico no Facebook cai cada vez mais, no caso dos vídeos ele ainda é bem grande. Se você fizer um teste e publicar um vídeo e uma foto certamente constatará que o vídeo atingiu muito mais pessoas.
O Facebook possui um nível de segmentação extremamente avançado. Tudo que seus usuários escrevem na rede viram dados (não confundir com privacidade). Por exemplo, é possível divulgar um show de Heavy Metal para uma cidade do interior, impactando só moradores no local que gostem desse tipo de música. Isso é algo impossível de se fazer com as mídias tradicionais.
O custo de vinculação é bastante maleável. Você pode escolher quanto vai gastar e o período de vinculação. Se por exemplo, os ingressos do show se esgotarem é simples pausar a vinculação.
Aqui, na Parla, Donna temos verificado um aumento muito grande no número de pedidos dos clientes para esse tipo de vídeos. Nos últimos meses fizemos dezenas de vídeos para diversas áreas, como imobiliário, saúde, alimentação, beleza, etc. E percebemos que é um tipo de mídia que tem uma boa performance em qualquer tipo de negócio.
Quer ver sua empresa ser a queridinha da timeline de seus possíveis clientes? Fale conosco.